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Perguntas frequentes

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. O vírus é causador da Aids, que é a Síndrome da Imunodeficiência Humana. A Aids se caracteriza pelo enfraquecimento do sistema de defesa do corpo e pelo aparecimento das doenças oportunistas. Contudo, a pessoa portadora de HIV, se diagnosticada precocemente e em tratamento adequado, pode não desenvolver a Aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença.

Fazendo sexo sem camisinha (oral, vaginal ou anal);
Compartilhando agulhas e seringas contaminadas;
Da mãe para o bebê durante a gravidez, na hora do parto e/ou amamentação;
Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Sexo desde que se use corretamente a camisinha;
Masturbação a dois;
Beijo no rosto ou na boca;
Picada de inseto;
Aperto de mão ou abraço;
Roupas, lençóis e travesseiros;
Compartilhando copos, talheres e pratos; 
Uso de banheiro, piscina, assento de ônibus, toalha ou sabonete;
Doação de sangue;
Suor, saliva e lágrima;
Tosse ou espirro.

Se você teve alguma exposição de risco nas últimas 72 horas, pode procurar um serviço de saúde para realizar a profilaxia pós exposição (PEP).
A PEP consiste na utilização de medicamentos antirretrovirais após qualquer situação em que exista o risco de infecção.
A medicação age impedindo que o vírus se estabeleça no organismo, por isso a importância de se iniciar esta profilaxia o mais rápido possível após o contato. O tratamento pode ser prescrito até 72 horas depois, mas é mais eficaz se iniciado nas duas primeiras horas após a exposição. Acesse os serviços que disponibilizam a PEP .

Sempre que ocorrer exposição à situação de risco você pode fazer o teste rápido de HIV e Sífilis. O diagnóstico pode ser realizado em toda a  rede de atenção básica  e nos CTAs  nos municípios.
Para realizar a testagem e obter o laudo diagnóstico é necessário que o usuário esteja portando documento de identificação com foto. O diagnóstico pode ser realizado por exames laboratoriais ou teste rápido. O teste rápido pode ser realizado por solicitação do usuário sendo o resultado liberado em torno de 30 minutos.
Importante: Se um teste de HIV é feito durante o período da janela imunológica (período entre a infecção pelo vírus e a detecção de anticorpos pelos exames), há a possibilidade de apresentar um resultado negativo, mesmo a pessoa estando com o vírus. Portanto, é recomendado esperar mais 30 dias do período da exposição e fazer o teste novamente.

Em caso de diagnóstico positivo o usuário deve imediatamente se vincular a um serviço de saúde. O tratamento é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde na rede de atenção básica dos municípios, nos  serviços de atendimento especializado e ambulatórios.
É recomendado iniciar o tratamento o mais breve possível, diminuindo assim a cadeia de transmissão do vírus e o risco de adoecimento.

Os remédios buscam manter o HIV sob controle o maior tempo possível. A medicação diminui a multiplicação do HIV no corpo, recupera as defesas do organismo e, consequentemente, aumenta a qualidade de vida do soropositivo. A medicação está disponível gratuitamente nas  Unidades Dispensadoras de Medicamentos (UDM), mediante prescrição médica.

Em respeito à intimidade e à privacidade, nenhuma pessoa pode divulgar quem tem HIV/Aids sem prévia autorização, mesmo os profissionais de saúde.

As empresas não podem mais obrigar um profissional a fazer o teste de detecção de Aids ao começar em um novo emprego.

Nenhum empregador pode demitir o empregado apenas por ter HIV. A demissão por discriminação pode gerar ação trabalhista para que o trabalhador seja reintegrado. Se, além disso, a demissão for constrangedora, o trabalhador pode requerer indenização por danos morais.

Acesse a página http://www.aids.gov.br/pagina/direitos-fundamentais

Secretaria da Saúde