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16 de Janeiro de 2017, 13:09


Saúde e Você

DST-Aids

Coordenação Estadual de DST/Aids 

A Coordenação Estadual de DST/HIV/Aids no Rio Grande do Sul tem como diretriz da atenção integral, tanto para as pessoas que vivem com HIV/aids (PVHA), quanto para as que não vivem. A articulação da política com as redes (municipais, regionais) de atenção à saúde, parceiros intersetoriais e organizações da sociedade civil é fundamental para a efetivação dessa proposta.

A Coordenação de DST/HIV/Aids transversaliza as políticas de saúde que contemplam todos os ciclos vitais, considerando suas diversidades e populações mais vulneráveis. Tem como premissa a importância da participação de diferentes atores na construção e consolidação das políticas públicas, bem como do controle social, um dos seus alicerces, e da articulação com o movimento social e a sociedade civil organizada.

Enquanto desafios de maior prioridade destacam-se a redução de incidência de Aids e das demais Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) nos diferentes segmentos populacionais e a promoção da integralidade dos cuidados às Pessoas Vivendo com HIV/Aids (PVHA). Para tanto, faz-se necessário, a ampliação de estratégias de promoção da saúde e prevenção de agravo, acesso ao diagnóstico, ações de combate ao estigma e discriminação e defesa aos direitos humanos, de modo a garantir o cuidado integral às PVHA.

 

Competências

  • Implantar e implementar a Linha de Cuidado (LC) para PVHA e outras IST; 

 

  • Identificar e implantar tecnologias e estratégias de prevenção às IST/HIV (Aids) fundamentadas em diferentes elementos técnicos e científicos que garantam sua adequação frente às características sociodemográficas e culturais da epidemia, as especificidades dos diferentes segmentos da população e aos princípios de equidade e integralidade do SUS;- Promover e estimular a interface sistemática com as demais políticas de saúde dos três níveis de governo, bem como os outros atores governamentais, internacionais e movimento social e sociedade civil organizada, visando garantir maior integralidade e abrangência de estratégias de prevenção, assistência e tratamento das IST/HIV/Aids;

 

  • Participar das instâncias de controle social estruturadas formalmente (Conselhos, Comitês, Comissões, Fóruns, etc.) que visem a discussão, definição e/ou implantação das políticas públicas em saúde e/ou em HIV/Aids, nos níveis estadual e nacional; Garantir apoio técnico-político para as organizações não governamentais e movimento social por meio de diferentes mecanismos, incluindo o financiamento de projetos selecionadosem(por meio de) editais públicos;

 

  • Prover e gerenciar a aquisição e/ou distribuição de insumos de prevenção e tratamento (preservativos masculinos, femininos, gel lubrificantes, testes rápidos e medicamentos), considerando logística de repasse da esfera federal e contrapartidas pactuadas pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB); 

 

  • Apoiar tecnicamenteàs Coordenadorias Regionais de Saúde e Municípios, no âmbito da temática das IST/HIV/Aids; 
  • Planejar, executar, apoiar, monitorar e avaliar as ações e metas em HIV/Aids e outras ITS propostas tanto pelo no nível estadual, quanto os níveis regional e municipal.

 

  •  Construir uma proposta de Educação Permanente na área temática das IST/HIV/Aids, como uma prática de ensino-aprendizagem e como política de educação em saúde que articula ensino, trabalho e cidadania considerando as peculiaridades de cada contexto locorregional, em consonância da Política de Educação Permanente;

 

  •  Elaborar, produzir e divulgar materiais didáticos de cunho técnico-científico relativos a temática de IST/HIV/Aids

 

  • Produzir, coletar, analisar e divulgar informações qualitativas e quantitativas relacionadas aos diferentes contextos da epidemia do HIV/Aids e outras IST (epidemiológico, sociodemográfico, comportamental, ensaios clínicos, etc.), envolvendo diferentes parceiros em tais processos (instâncias governamentais, fundações, academia, sociedade civil ou representantes de públicos chave, entre outros).

 

  • Compor e participar da gestão da Rede de Atenção à Saúde (RAS) na perspectiva da organização das ações de serviços de saúde de diferentes densidades tecnológicas, integradas através de sistemas de apoio técnico e de gestão, para uma população definida e um sistema logístico que garanta a referência e contrarreferência de pessoas e de trocas eficientes de produtos e de informações ao longo dos pontos de atenção à saúde;

 

   

 Vigilância Epidemiológica das Infecções Sexualmente Transmissíveis HIV e Aids 

A vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis e Aids tem como objetivo captar, consolidar e analisar as informações advindas dos sistemas de informação (Sistema de Informação de Agravos de Notificação - SINAN, Sistema de Controle de Exames Laboratoriais - SISCEL, Sistema de Monitoramento Clínico - SIMC e Sistema de Controle Logístico de Medicamentos - SICLOM e outros) acerca dos casos de IST/Aids registrados no Estado, respondendo aos indicadores já pactuados, gerando outros indicadores de acompanhamento, procurando por meio de articular interna e externa traçar estratégias em tempo oportuno.A informação para a vigilância destina-se à tomada de decisões – informação para a ação. Este princípio deve reger as relações entre os responsáveis pela vigilância e as diversas fontes que podem ser utilizadas para o fornecimento de dados. Dentre essas, a principal é a notificação, ou seja, a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes (BRASIL, 2007).

1. Lei nº 6.259, de 30 de Outubro de 1975 – Estabelece normas relativas à notificação compulsória.

2. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016 – Define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública

3. Nota técnica nº 03/SES/2014 – Orientações sobre a notificação dos casos de Sífilis Adquirida, Sífilis em Gestante e da Sífilis Congênita.

4. Guia de Vigilância Epidemiológica – 7ª Ed. MS. 2014(PDF)

5.Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais

6. Protocolo de Investigação da Transmissão Vertical – MS.(PDF)

7.  BOLETM EPIDEMIOLÓGICO DST/AIDS - DADOS ATUALIZADOS DEZEMBRO 2015

8. Indicadores e Dados Básicos de HIV por Município (tabulação)

 

 Planejamento, Monitoramento e Avaliação das ações e DST/AIDS junto às Coordenadorias Regionais de Saúde e Municípios

Tem por objetivo auxiliar a condução dessas ações para o cumprimento das metas, a fim de melhorar os indicadores e atingir resultados em saúde para a população.

1.  Repasse Financeiro para 55 municípios do Estado  Resolução nº 143/CIB/RS/2014

2. 90-90-90 – Uma meta ambiciosa de tratamento para contribuir para o fim da epidemia de Aids –UNAIDS

(LINK: http://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/2015_11_20_UNAIDS_TRATAMENTO_META_PT_v4_GB.pdf)

3. Declaração de Paris - Acabar com a epidemia da Aids:Cidades acelerando a resposta para alcançar as metas 90/90/90 até 2020.

Marcou o Dia Mundial de Luta contra a Aids, em 2014, quando prefeitos de todo o mundo se reuniram na capital francesa para buscar soluções para a epidemia da doença em todo o mundo. No Rio Grande do Sul , os 15 municípios considerados prioritários no enfrentamento à Aids: Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Caxias do Sul, Esteio, Guaíba, Gravataí, Novo Hamburgo, Porto Alegre, Rio Grande, Santa do Livramento, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Uruguaiana e Viamão assinam a declaração no Palácio Piratini.

Promoção à Saúde e Prevenção ao HIV/Aids

As ações de prevenção para IST/HIV/Aids podem ser identificadas em diversos espaços dentro dos territórios e comunidades. Nas Unidades Básicas de Saúde, por exemplo, são oferecidas as testagens anti-HIV, Sífilis e Hepatites, bem como sessões de aconselhamento, grupos temáticos de educação em saúde e distribuição de insumos de prevenção (preservativos e gel lubrificante). Por meio da parceria com o setor da Educação, o Programa de Saúde na Escola (PSE) facilita o acesso das crianças e dos adolescentes às ações de saúde sexual e reprodutiva, informação, insumos e atividades em grupo.

Cabe destacar o financiamento de ações desenvolvidas por Organizações da Sociedade Civil, que trabalham diretamente com as populações mais vulneráveis ao HIV/Aids (Travestis, transexuais, homossexuais, profissionais do sexo, pessoas privadas de liberdade, usuários de drogas) e combatem os estigmas e preconceitos que muitas vezes dificultam o seu acesso aos serviços de saúde. São mantidas por Organizações da Sociedade Civil, também, seis Casas de Apoio para Pessoas Vivendo com HIV/Aids.

As diferentes tecnologias de prevenção ao HIV/Aids desenvolvidas nos últimos anos ampliaram a gama de opções e ofereceram uma série de novas alternativas para a prevenção. Se até algum tempo atrás dispúnhamos apenas dos preservativos, hoje, com a estratégia da Prevenção Combinada, podemos ampliar e diversificar as estratégias de prevenção com as tecnologias Profilaxia Pós- exposição (PEP)Profilaxia Pré-exposição (PrEP) TasP.

  1. Organização da Sociedade Civil

  2. Casas de Apoio para Pessoas Vivendo com HIV/Aids

  3. Profilaxia Pós-exposição – PEP

  4. Profilaxia Pré-exposição – PrEP

  5. T ratamento como prevenção –TasP(hiperlink/PDF)

  6. Endereços de Municípios que disponibilizam Prolilaxias

 

Redes de Atenção à Saúde

Tem como objetivo participar da gestão da Rede de Atenção à Saúde (RAS) através de gerenciamento, monitoramento, apoio e avaliação das ações de serviços de saúde de diferentes densidades tecnológicas, com enfoque na temática de IST/HIV/Aids de acordo com as diretrizes da Linha de Cuidado para pessoas Vivendo com HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis.

Compete a rede de atenção à saúde monitorar, avaliar e prestar suporte técnico à rede de serviços que prestam atendimento às gestantes e parturientes com HIV e Sífilis e recém nascidos expostos, oferecer suporte técnico, monitoramento e ampliação da rede de diagnóstico de HIV e Sífilis pelo teste rápido na Atenção Primária, Secundária e Terciária à saúde, articular junto a Coordenação da Política de Assistência Farmacêutica (CPAF) para o fornecimento de medicamentos utilizados para tratamento IST. Apoio técnico para rede de serviços e profissionais, realizar de atividadesde ensino-aprendizagemna temática de IST/HIV/Aids para profissionais da saúde da rede de Atenção Primária, Secundária e Terciária à Saúde. Além da elaboração, produção e divulgação de materiais didáticos de cunho técnico-científico relativos a temática de IST/HIV/Aids. Parceria entre universidade, Telessaúde, serviços e outras políticas de saúde.

1. Nota Técnica n° 388/MS/2012- Orientação para utilização da Nevirapina para recém-nascido exposto

2. Nota Técnica Conjunta n° 391/2012 - Realização de testes rápidos da sífilis na Atenção Básica (PDF)

3. Nota Técnica nº 01/SES/2015 - Conduta para confirmação do resultado de amostra reagente para HIV-2 nos Testes Rápidos. (PDF)

4. Nota Técnica nº 02/SES/2015 - Realização de testagem rápida de HIV e exame para sífilis em 100% das gestantes e parturientes, bem como em todas as internações e procedimentos ambulatoriais por abortamento, independente de internação peloSistema Único de Saúde, sistema privado ou outros convênios.(PDF)

5. Nota Técnica 01/2016 – Esquema de Tratamento com Penicilina(PDF)

6. Ofício Circular n° 54/DST/ Aids/ DAS/ SES/RS/2015 - Orientações adicionais à NT 001/2015, para confirmação do resultado de amostra reagente para HIV-2 nos Testes Rápidos.(PDF)

7. Memorando Circular n° 07/DVE//CVES - Estratégias de Vacinação HPV/2015 para mulheres vivendo com HIV/Aids. (PDF)

8. Nota Informativa Conjunta n°39/2014 - Exclusão da exigência de VDRL na AIH(PDF)

9. Portaria n°972/2014 - Exclui o atributo que exige VDRL na AIH(PDF)

10. Portaria 3.242/11 - Dispõe sobre o fluxograma laboratorial da sífilis e utilização dos testes rápidos(PDF)

11. Linha de cuidado para Pessoas Vivendo com HIV/Aids e outras DST do estado do Rio Grande do Sul(PDF)

(LINK: http://www.saude.rs.gov.br/upload/1424284710_Linha%20Cuidado%20Versao%20Final.pdf)

12. Protocolo Clínico e Diretrizes terapêuticas para Atenção Integral às pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis

(LINK: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2015/58357/pcdt_ist_12_2015_web_pdf_21421.pdf)

13. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais

(LINK: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2015/58572/pcdt_transm_vertical_091215_pdf_12930.pdf)

14. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Crianças e Adolescentes

(LINK: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2014/55939/09_12_2015_protocolo_pediatrico_pdf_25392.pdf)

15. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos

(LINK: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2013/55308/protocolo_13_3_2014_pdf_28003.pdf)

16. Relatório sobre Penicilina benzatina para prevenção da Sífilis Congênita durante a gravidez

(LINK: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2015/57994/_p_relatorio_penicilina_sifilis_congenita_secreta_38035.pdf)

17.Protocolo Clínico para acompanhamento e tratamento de pessoas com HIV/AIDS na Atenção Primária à Saúde,2016. 

 

(Link: https://www.ufrgs.br/telessauders/documentos/protocolos_resumos/protocolos_clinico_hiv_TSRS.pdf)

 

18. Cuidado Integral às pessoas vivendo com HIV pela Atenção Básica - Manual para equipe multiprofissional(PDF)

19. Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV(PDF)

20. Protocolo de regulação Ambulatorial Infectologia Adulto - RegulaSUS(PDF)

21. Esquema Posologia da Zidovudina Injetável (AZT) na parturiente(PDF)

22. Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV(PDF)

23. Calendário de Exames no Pré-natal e Condutas(PDF)

24. Esquema Terapêutico para Sífilis e Controle de Cura(PDF)

25. Modelo Relatório TR/Sífilis(PDF)

 

 Endereços dos serviços na Rede de Atenção no RS

1. Serviços Especializados e Ambulatórios HIV/Aids:Os serviços ambulatoriais em HIV e aids são serviços de saúde que realizam ações de assistência, prevenção e tratamento às pessoas vivendo com HIV/Aids. Endereços acesse aqui

 

2. Centro de Testagem e Aconselhamento: Serviços que realizam testagem e aconselhamento para HIV, sífilis e hepatites virais.Endereços acesse aqui

 

3. Laboratórios de CD4 e Carga Viral: São exames de monitoramento terapêutico, a avaliação do linfócitos T CD4+ (CD4) e da carga viral (CV) é importante para a tomada de decisão e acompanhamento clínico do usuário.Competências: Organizar a rede de laboratórios e pactuar as referências.

Endereço:

4. Genotipagem: Exame que detecta a resistência genotipica (mutações do HIV em usuários em uso de terapia antirretroviral), possibilitando uma reorientação do tratamento e seleção de uma terapia de resgate. Atualmente as amostras para o exame de genotipagem são coletadas em todos os serviços especializados em HIV/Aids e realizados pelo Centro de Genomas em São Paulo. Endereços acesse aqui

5. Lipodistrofia: É alteração seletiva de gordura de várias partes do corpo. As alterações corporais compreendem: A lipoatrofia, que é a redução da gordura em regiões periféricas, como braços, pernas, face e nádegas, podendo acarretar proeminência muscular e venosa relativa; e a lipo-hipertrofia, que é o acúmulo de gordura na região abdominal, presença de gibosidade dorsal, ginecomastia nos homens e aumento de mamas em mulheres e acúmulo de gordura em diversos locais do corpo, como as regiões submentoniana e pubiana etc. Endereços acesse aqui

6. Procedimentos reparadores: São realizados pelo SUS quando houver indicação clínica. São eles: lipoaspiração de giba, dorso e abdômen, redução de mama e tratamento da ginecomastia e cirurgia de glúteo com implante de prótese e preenchimento facial com polimetilmetacrilato (PMMA)Competências: Organizar a rede de serviços e pactuar as referências.

7. Unidade Dispensadora de Medicamentos (UDM): São as farmácias que dispensam antirretrovirais.Competência: Prestar suporte técnico, organizar e monitoramento da rede. Endereços acesse aqui

Capacitação Teste Rápido

  1. Apresentação

  2. Fluxograma Sífilis Teste Rápido

  3. Fluxograma Sífilis

  4. Fluxograma HIV

  5. Laudo Teste Rápido

 

Telelab:

  1. Diagnóstico de HIV http://telelab.aids.gov.br/index.php/component/k2/item/93-diagnostico-de-hiv

  2. Diagnóstico de sífilis http://telelab.aids.gov.br/index.php/component/k2/item/95-diagnostico-de-sifilis

  3. TR Fluido Oral - DPP para ONG: http://telelab.aids.gov.br/index.php/component/k2/item/188

Profilaxia Pòs Exposição - Endereços de Municípios com PREP implantada(PDF) 

  

A camisinha é o método de barreira mais eficaz para a prevenção do HIV. Contudo, estão disponíveis outros métodos de prevenção às DST e Aids. Aliados ao preservativo, eles são uma alternativa para a não adesão de seu uso de forma consistente e frequente .

Daí surge o termo prevenção combinada . Dentre eles, podemos citar o teste rápido para diagnóstico e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), ambos disponíveis no SUS.

 


TESTE RÁPIDO


Conhecer o seu diagnóstico também pode ser uma forma de prevenção pra você e para seu parceiro. O tratamento com os medicamentos antirretrovirais iniciado precocemente por pessoas vivendo com HIV pode diminuir o impacto da doença e é um dispositivo importante na redução da transmissão do HIV, pois a chance de transmitir o vírus à outra pessoa torna-se muito menor.

O teste rápido é uma das maneiras de se diagnosticar o HIV de forma simples, rápida, sem necessitar de uma estrutura laboratorial. É realizado com sigilo , de forma segura e confiável. O tempo de espera para o resultado é de cerca de 20 minutos. Para realizá-lo, é importante que o usuário tenha em mãos um documento de identificação com foto para que lhe seja entregue o laudo com o diagnóstico.

 

PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)

A PEP consiste no uso de medicamentos antirretrovirais após qualquer situação em que exista o risco de contato com o vírus HIV. Sua duração é de 28 dias, iniciado preferencialmente nas primeiras duas horas após a exposição ou até 72 horas. A medicação age impedindo que o vírus se estabeleça no organismo.


Saiba aqui onde é possível encontrar o endereço dos locais que realizam o atendimento e recomendação do uso da PEP. 

 

 

Nosso Endereço: Av. Borges de Medeiros, 1501/5º andar Sl.01

Cidade Baixa - Porto Alegre /RS CEP: 90119.900

Fone: 51-32885910- Planejamento

51-32885911- Prevenção

51-32885912- Redes

51-32216677- Vigilância Aids

0800.5410197 – Disque AIDS 


 


 


Endereço: Av. Borges de Medeiros, 1501 - 6º andar - Porto Alegre

Horário de Atendimento: 8h30min às 12h e 13h30min às 18h

E-mail: | Fone: (51) 3288-5800

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